quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Porque não devo perder oportunidades.

Principalmente quando vier aquele sentimento de amor, admiração. Devo sempre dizer coisas boas a quem gosto e isso eu tenho percebido com pessoas especiais que passam pelo meu caminho. Penso porque elas têm tanta facilidade em me dizer coisas tão boas que me deixam com alto astral e eu não consigo. Quando faço um elogio, parece que estou falando a coisa mais vergonhosa do mundo. Mas não pode ser assim. Quero exercitar isso. Espero conseguir.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Porque tudo que vai, volta.

É verdade. Tudo que vai, volta. O que dificulta é que, quando volta, não é da mesma maneira. Daí, como perceber que fiz alguma coisa de errado? Pra isso serve a consciência. O que importa é saber que tudo que faço reflete em outras pessoas. Mesmo que demore, mesmo que não seja do mesmo jeito, muito menos com a mesma intensidade. Portanto, tenho que sempre exercitar bons hábitos e boas atitudes de modo que isso seja transmitido a outras pessoas e no fim de tudo, volte pra mim.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Porque a raiva faz perder a razão.

Depois de meu pai me relembrar uma coisa que eu sempre falo e por ter revisto o pôster do filme "Vestida pra Casar", pensei nessa frase. Nesse filme ela faz a maior cena num jantar de noivado para desmascarar a irmã prestes a casar apenas por interesse. Quando termina, ela fica achando que fez o melhor e então a amiga dela pergunta que, se essa foi a melhor opção, então porque ela não se sentia feliz?

Com isso me peguei analisando uma frase Nunca tinha parado pensar nela. Sempre achava que perder a razão seria o famoso "perder a cabeça" ou fazer algo que não se faria naturalmente. Mas descobri que não é (só) isso. Perder a razão, pelo que entendi, é perder a razão de uma causa. Se, por exemplo, a gente está defendendo alguma idéia e quer convencer alguém de algo, a raiva faz com que o motivo principal da causa desapareça. Tudo aquilo que a gente pretendia, se perde. As pessoas se magoam e, no fim, ninguém aprende nada. Por isso, quando eu estiver em um momento de raiva, preciso sempre lembrar de respirar....deixar pra outro dia...antes de continuar a discussão ou de tomar uma decisão. Sempre há um jeito melhor de dizer ou fazer as coisas. Preciso sempre me lembrar disso.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Porque a música ajuda.

Quando eu estiver triste ou feliz, desmotivado ou motivado, sozinho ou acompanhado, ou seja, em todos os momentos, ouço música. Se puder, danço, canto o mais alto que posso, com todo o seu pulmão. É como um santo remédio... 

Porque a paz está em se fazer a paz.

Se eu quero Respeito, devo tratar as pessoas com Respeito. Se eu quero Compreensão, devo compreender ou pelo menos não julgar. Se eu quero Paz, tenho que ter auto-controle pra não cair na tentação do "Olho por Olho". Se eu quero Felicidade, devo espalhar Felicidade quando puder. E para todo o resto, isso se aplica.

Dica: Filme "A Corrente do Bem"

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Porque, às vezes, a maioria é burra.

Mas como proteger a todos disso? Existiria alguma forma de governo que protegesse a maioria de suas próprias escolhas erradas?

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Porque a felicidade está em mim mesmo.

Se eu deixar a minha felicidade dependendo de como as outras pessoas me tratam, me valoram e me vêem, nunca vou alcançá-la. Ela é algo tão precioso e tão buscado e mesmo assim sempre deixo que os outros cuidem dela e façam o que bem entendem. Geralmente essas coisas têm que ser bem guardadas e cultivadas, não? De onde será que vem essa necessidade de correr esse risco tão grande e ser desapontado quando o outro não corresponde às minhas expectativas?

Aquele velho clichê de que eu deveria me sentir bem comigo mesmo é extremamente verdadeiro. Talvez ela tenha se tornado um clichê porque esse equilíbrio é difícil de se atingir, ainda mais nessa sociedade. Torná-la um clichê é só mais um meio de adiar e pensar que, já que não consiguo fazer é bobagem continuar tentando.

Preciso lembra de nunca abandonar essa idéia. A felicidade está em mim mesmo e no modo como eu vejo a vida que eu levo e as escolhas que eu faço.